Eu tenho poder e estou na mídia!

Sob o olhar do Dr. Dimas Künsch, professor da disciplina "Mídia e Poder" do curso de pós-graduação da Faculdade Casper Líbero, CARLOS HERMÍNIO pretende apresentar fatores e acontecimentos que exalte o poder e a mídia.

Eu tenho poder e estou na mídia!

Sob o olhar do Dr. Dimas Künsch, professor da disciplina "Mídia e Poder" do curso de pós-graduação da Faculdade Casper Líbero, CARLOS HERMÍNIO pretende apresentar fatores e acontecimentos que exalte o poder e a mídia.
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Terra Blog

06.06.08

Livro 1984

Apresentação do Livro:


Mais famoso dos romances de George Orwell, 1984 é uma metáfora pessimista do pós-guerra para o futuro da humanidade dominado pelo totalitarismo. Para garantir a manutenção do Partido, os setores mais importantes da sociedade eram controlados pelas Teletelas, sempre sob a onipresença do Grande Irmão.


Dados do livro:


 Ano de Publicação: 1949
 Classificação: Romance


Dados do Autor:


 Autor: George Orwell - Eric Arthur Blair (seu nome verdadeiro)
 Nasceu em 25.06.1903 em Motihari, na Índia
 Morreu em 21.01.1950 em Londres, na Inglaterra
 George Orwell foi um dos escritores mais influentes do século XX
 Autor de 1984, A Revolução dos Bichos (O Triunfo dos Porcos), Lutando na Espanha e outros importantes livros do século passado, Eric Arthur Blair (seu nome verdadeiro) descreveu em livro todas as suas vivências como guarda na Birmânia ou como professor (A Filha do Reverendo)
 Sua obra-prima é a distopia (utopia negativa) de 1984, onde Orwell previu um mundo controlado através da tecnologia, onde a novilíngua e o duplipensar estariam presentes

09.05.08

Mais um texto para reflexão...

O PAPEL E O PODER DA MÍDIA
Um esboço do que se pode pensar sobre a mídia atual.


Hoje me confunde tentar saber qual é o papel da mídia. Por um lado, muito negativo por sinal, demonstra uma mídia dominadora de opiniões e puramente comercial. Por outro apresenta-se como informativa e educadora. Sem contar a infinidade de entretenimento de má qualidade em que nela está contida. O único fator que destrói abruptamente o papel da mídia é o capital. Acaba-se cormecializando a informação. Toda a mídia torna-se um grande mercado. Quando na verdade deveria preocupar-se com a qualidade do conteúdo por ela apresentado, já que é a maior fonte de informação e entretenimento que a população possui.

O grande problema é que a mídia se tornou o quarto poder. Um poder que pode ser consumido e que é partidário. Assim ela torna-se formadora e criadora de opiniões públicas. Podendo ser consumida e vendida torna-se produto de mercado. Um produto que influencia a posição política de cada cidadão e que infelizmente sempre é associada a grupos dominantes.
Atualmente a mídia é o quarto maior segmento econômico do mundo; perde para a petroquímica, indústria bélica e aeronáutica. Isso significa que daqui a 15 ou 20 anos ela seguirá para o primeiro segmento. Isso não indica apenas que a mídia será a maior indústria geradora de capital. Mas será também um dos maiores poderes sociais. Terá em mãos o poder de conduzir política, dominar, legitimar, formar e criar opinião pública. Ou simplesmente dominar a todos.

Além disso, ela pode transformar avida pública e política em espetáculo. Nada melhor para exemplificar isso do que a imagem colocada pela mídia no dia 11 de setembro. A imagem dos dois aviões atravessando as duas torres não será facilmente esquecida. Afinal a mídia fez muito para isso, reprisou diversas vezes em vários momentos do dia. Não só reprisou como anulou qualquer aparição humana no vídeo. A imagem era cinematográfica.

O atentado de 11 de setembro tornou-se espetáculo, não dando margem à questões políticas e humanas. Apenas frisando bastante a imagem demolidora. Esvaziando nossas cabeças para o que existia de significativo; não me refiro apenas as mortes, mas as diferenças ideológicas, religiosas e políticas entre o autor e a vítima do atentado. Outro exemplo que deixa evidente o espetáculo produzido pela mídia são os debates políticos. Tornam-se cenas de novela.

Porém é a TV que homogeiniza estilos de vida e além disso mostra toda a diversidade cultural existente.
Possui mais poder que a gente imagina, pois se utiliza da imagem, cuja qual não conseguimos abstrair.
Infelizmente, a nossa mídia não leva spério suas funções. Cabe a nós, decidirmos se devemos consumí-la ou não.

Por Maria Izabel Perez

A mídia é uma amiga de duas caras

A vida de Ronaldo,  há 17 anos,  é totalmente exposta pela mídia. Normal, para quem é o maior goleador da história das copas do mundo de futebol. Mas vejamos como é a vida de quem vive na mídia, um dia no céu, outro no inferno.

A mídia levou Ronaldo a ganhar milhões e conquistar muita coisa na vida, mas a mesma também acaba com a imagem do jogador em alguns segundos. Foi o que vimos na novela "Ronaldo e os travestis", que terminou numa delegacia do Rio de Janeiro. A informação vocês já tem, agora que venha a reflexão...

É bom ser amigo da mídia?

04.04.08

Poder da mídia inquestionável? Vamos ler...

O poder da mídia

O poder da mídia para imbecilizar o cidadão é inquestionável. É notória sua capacidade para levar populações inteiras do ridículo ao absurdo sem que elas sequer percebam isso. A publicidade manipula e seduz, transformando o indivíduo em consumidor passivo de tudo aquilo que de maneira atraente e dissimulada lhe é imposto. Consumir virou sinônimo de status e de felicidade. Desse modo, a sociedade é dividida e classificada em dois blocos: os incluídos e os excluídos, ou seja, os que têm poder econômico para consumir e os que não têm.

A mídia, de modo geral, deixou há muito de representar um instrumento imparcial de divulgação de informações e fatos.

Passou a ser uma poderosa formadora de opiniões, agindo exclusivamente segundo aquilo que possa trazer aos seus donos maiores retornos financeiros. O marketing empresarial, através da mídia, conseguiu a perfeição na arte de incutir na mente das pessoas necessidades que elas não têm. Para isso conta com outra poderosa aliada: a psicologia empresarial. O profissional do marketing doura a pílula, e o psicólogo encontra as brechas na psique coletiva para induzir a massa a devorá-la. Era de se esperar que não fosse assim.

Era de se esperar que aqueles que estudam e adquirem conhecimentos fossem diferentes. Mas o aporte de conhecimentos não muda comportamentos. As escolas que formam os profissionais da propaganda não fornecem aos seus alunos os necessários conceitos éticos de honestidade e integridade moral. Limitam-se a fazer com que eles se atenham exclusivamente à função de gerar lucros. Salvo exceções, os profissionais da comunicação de massa, tanto quanto os psicólogos que atuam no ramo, não têm consciência nem visão analítica para concluir que os atuais mecanismos de mercado estão conduzindo a economia mundial para crises permanentes e incontroláveis. O sistema já apresenta sinais claros de esgotamento. Mas o óbvio, por dispensar demonstrações, é difícil de ser percebido.

FONTE: Afonso do Carmo

Texto completo no site: http://www.cuidardoser.com.br/o-poder-da-midia.htm

10.03.08

A mídia é poderosa

Seja na favela, na beira da estrada, na floresta, nas ilhas, enfim, seja em qualquer lugar os recursos midiáticos se fazem presente, não só participando da vida de cada um, como também tranformando-a.

 

P.S.: Pena que a grande maioria no Brasil só tem acesso a informações apresentandas por um grupo que monopoliza a TV.