Eu tenho poder e estou na mídia!

Sob o olhar do Dr. Dimas Künsch, professor da disciplina "Mídia e Poder" do curso de pós-graduação da Faculdade Casper Líbero, CARLOS HERMÍNIO pretende apresentar fatores e acontecimentos que exalte o poder e a mídia.

Eu tenho poder e estou na mídia!

Sob o olhar do Dr. Dimas Künsch, professor da disciplina "Mídia e Poder" do curso de pós-graduação da Faculdade Casper Líbero, CARLOS HERMÍNIO pretende apresentar fatores e acontecimentos que exalte o poder e a mídia.
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Terra Blog

Arquivo de: Maio 2008

09.05.08

Mais um texto para reflexão...

O PAPEL E O PODER DA MÍDIA
Um esboço do que se pode pensar sobre a mídia atual.


Hoje me confunde tentar saber qual é o papel da mídia. Por um lado, muito negativo por sinal, demonstra uma mídia dominadora de opiniões e puramente comercial. Por outro apresenta-se como informativa e educadora. Sem contar a infinidade de entretenimento de má qualidade em que nela está contida. O único fator que destrói abruptamente o papel da mídia é o capital. Acaba-se cormecializando a informação. Toda a mídia torna-se um grande mercado. Quando na verdade deveria preocupar-se com a qualidade do conteúdo por ela apresentado, já que é a maior fonte de informação e entretenimento que a população possui.

O grande problema é que a mídia se tornou o quarto poder. Um poder que pode ser consumido e que é partidário. Assim ela torna-se formadora e criadora de opiniões públicas. Podendo ser consumida e vendida torna-se produto de mercado. Um produto que influencia a posição política de cada cidadão e que infelizmente sempre é associada a grupos dominantes.
Atualmente a mídia é o quarto maior segmento econômico do mundo; perde para a petroquímica, indústria bélica e aeronáutica. Isso significa que daqui a 15 ou 20 anos ela seguirá para o primeiro segmento. Isso não indica apenas que a mídia será a maior indústria geradora de capital. Mas será também um dos maiores poderes sociais. Terá em mãos o poder de conduzir política, dominar, legitimar, formar e criar opinião pública. Ou simplesmente dominar a todos.

Além disso, ela pode transformar avida pública e política em espetáculo. Nada melhor para exemplificar isso do que a imagem colocada pela mídia no dia 11 de setembro. A imagem dos dois aviões atravessando as duas torres não será facilmente esquecida. Afinal a mídia fez muito para isso, reprisou diversas vezes em vários momentos do dia. Não só reprisou como anulou qualquer aparição humana no vídeo. A imagem era cinematográfica.

O atentado de 11 de setembro tornou-se espetáculo, não dando margem à questões políticas e humanas. Apenas frisando bastante a imagem demolidora. Esvaziando nossas cabeças para o que existia de significativo; não me refiro apenas as mortes, mas as diferenças ideológicas, religiosas e políticas entre o autor e a vítima do atentado. Outro exemplo que deixa evidente o espetáculo produzido pela mídia são os debates políticos. Tornam-se cenas de novela.

Porém é a TV que homogeiniza estilos de vida e além disso mostra toda a diversidade cultural existente.
Possui mais poder que a gente imagina, pois se utiliza da imagem, cuja qual não conseguimos abstrair.
Infelizmente, a nossa mídia não leva spério suas funções. Cabe a nós, decidirmos se devemos consumí-la ou não.

Por Maria Izabel Perez

A mídia é uma amiga de duas caras

A vida de Ronaldo,  há 17 anos,  é totalmente exposta pela mídia. Normal, para quem é o maior goleador da história das copas do mundo de futebol. Mas vejamos como é a vida de quem vive na mídia, um dia no céu, outro no inferno.

A mídia levou Ronaldo a ganhar milhões e conquistar muita coisa na vida, mas a mesma também acaba com a imagem do jogador em alguns segundos. Foi o que vimos na novela "Ronaldo e os travestis", que terminou numa delegacia do Rio de Janeiro. A informação vocês já tem, agora que venha a reflexão...

É bom ser amigo da mídia?